As fabricantes recomendam no Brasil e no mundo, que se faça o alinhamento dos automóveis a cada 10 mil quilômetros. Como nossas ruas e estradas são acidentadas, podemos verificar a antecipação desta medida.
As fabricantes recomendam no Brasil e no mundo, que se faça o alinhamento dos automóveis a cada 10 mil quilômetros. Como nossas ruas e estradas são acidentadas, podemos verificar a antecipação desta medida.
Procure observar se percebe o carro “puxando” para um dos lados, nesse caso, é hora de buscar apoio especializado.
O balanceamento das rodas não está ligado ao alinhamento. A prática deve ser realizada quando o volante estiver vibrando, duro demais, quando o motorista fizer a troca dos pneus ou quando a quilometragem estipulada para ela for alcançada.
A cambagem é a perpendicularidade da roda em relação solo. Se ela não estiver de acordo com o estipulado para o modelo do carro, pode causar problemas na suspensão ou no amortecedor. A solução, nesses casos, é trocar os componentes.
Outros motivos além da falta de alinhamento da geometria da direção podem levar o automóvel a “puxar” a direção, como, por exemplo, pressão desigual nos pneus de lados opostos do carro.
Se o sistema de freio está atuando com intensidade diferente nas rodas, ou se houver diferença de desgaste entre os pneus, o mesmo problema pode ocorrer.
Até mesmo o piso molhado pode afetar a direção do carro. Por isso, experimente manter o carro em linha reta em diferentes condições após conferir a pressão dos pneumáticos.
A maior parte dos veículos compactos e médios só recebe alinhamento nas rodas dianteiras. Em modelos com suspensão traseira independente, das quais a mais comum é a do tipo multilink, presente, por exemplo, em algumas versões do Volkswagen Golf e no Ford Focus, há necessidade de alinhar os braços da suspensão traseira, que pode perder a regulagem original.